Confesso que nos dois primeiros meses respirar já era um exercício, existir então, praticamente uma maratona diária. Lembro bem que simplesmente tudo me cansava, tudo era pesado, longe e complicado. E pra tudo eu tinha A resposta: “tô grávida”, melhor: “maaas eu tô grávidaaaa...” e essa curta mas fulminante frase se tornava um bom motivo ou uma boa desculpa para tudo aquilo que para mim era pesado, longe e complicado. Então, assim como uma criança que aprende desde cedo que tudo (ou quase tudo) se consegue com um choro, nós grávidas aprendemos a usufruir ao máximo as vantagens do “tô grávida” já nos primeiros dias de gestação. Mas o interessante é que a medida que a barriga cresce o vigor aumenta de forma surpreendente! Ficamos fortes, dispostas como nunca e, é nesse momento que me encontro em que não preciso mais apelar ou justificar com meu “tô grávida” que o mundo diante da minha enorme barriga se ajoelha e se curva. Estou reclamando? De forma alguma! Acho ótimo! Mas não resisto ao pensamento: as gentilizas, as atenções, o tratamento, não deveria ser sempre assim? E por que não com todos?! Eu que nunca sofri nenhum tipo de discriminação consigo perceber a diferença... bem meu bem, algo me diz que um dia sentirei falta dessa minha super pochete(!) bbjsall we need is love
Confesso que nos dois primeiros meses respirar já era um exercício, existir então, praticamente uma maratona diária. Lembro bem que simplesmente tudo me cansava, tudo era pesado, longe e complicado. E pra tudo eu tinha A resposta: “tô grávida”, melhor: “maaas eu tô grávidaaaa...” e essa curta mas fulminante frase se tornava um bom motivo ou uma boa desculpa para tudo aquilo que para mim era pesado, longe e complicado. Então, assim como uma criança que aprende desde cedo que tudo (ou quase tudo) se consegue com um choro, nós grávidas aprendemos a usufruir ao máximo as vantagens do “tô grávida” já nos primeiros dias de gestação. Mas o interessante é que a medida que a barriga cresce o vigor aumenta de forma surpreendente! Ficamos fortes, dispostas como nunca e, é nesse momento que me encontro em que não preciso mais apelar ou justificar com meu “tô grávida” que o mundo diante da minha enorme barriga se ajoelha e se curva. Estou reclamando? De forma alguma! Acho ótimo! Mas não resisto ao pensamento: as gentilizas, as atenções, o tratamento, não deveria ser sempre assim? E por que não com todos?! Eu que nunca sofri nenhum tipo de discriminação consigo perceber a diferença... bem meu bem, algo me diz que um dia sentirei falta dessa minha super pochete(!) bbjs