Eu que nunca parti, estou de volta! Bom, assim é a vida de uma mulher polvo, quando você pensa que já foi, já acabou, que finalmente ela sossegou.. tchá! Bem, meu bem, quando uma mulher polvo sai de cena é porque provavelmente há fogo nos bastidores e, claro, só ela é capaz de contê-lo. Quero dizer: a mulher polvo não para. Você pode até não vê-la fazendo mas se está pronto e funcionou, pode ter certeza que tem dedo, digo, tentáculo dela ali. Já perdi a conta da quantidade de vezes que ouvi coisas como: “Bel! Que lacinho lindo que você colocou!” – como assim? Tá certo que nossa cachorra é inteligente mas peraí, se ela tá de lacinho é porque alguém aqui se deu o trabalho – ou “Vitor, você veio ver o vovô!” – ahã, ele acordou cedo, tomou seu banho, se vestiu e veio pedalando até aqui, imagina o que vai fazer quando completar cinco meses! – então resumindo: além de fazer mil coisas, a mulher polvo tem que se conformar que dessas mil, novecentas não terão o seu crédito – isso, claro, se ela não o exigir (adoro essa parte). Adoro também, quando depois de um dia insano e corrido (mulher polvo total), deito na cama e peço ao céu um minuto de sossego para reorganizar as idéias para o segundo tempo, mas é nesse segundo que “adoro” que Alguém surge do nada e solta o verbo “Eita vida boa, eu trabalhando e você aí deitada!”, ah... o que eu não daria por um taco de baseball ao meu alcance... Mas assim é a vida de uma Mulher Polvo, e sim, se você é mãe tem direito as iniciais maiúsculas. Além de fazer mil coisas, tem que pensar e repensar como irá fazer tudo com ele (seu filho!) ou sem ele (o que pode ser mais trabalhoso ainda, porque terá que pensar em tudo que ele também vai fazer enquanto você estiver ocupada fazendo outras coisas)! Enfim, a Mulher Polvo está de volta a cena e pode sentar porque a peça é longa. bbjs mulher polvo
Eu que nunca parti, estou de volta! Bom, assim é a vida de uma mulher polvo, quando você pensa que já foi, já acabou, que finalmente ela sossegou.. tchá! Bem, meu bem, quando uma mulher polvo sai de cena é porque provavelmente há fogo nos bastidores e, claro, só ela é capaz de contê-lo. Quero dizer: a mulher polvo não para. Você pode até não vê-la fazendo mas se está pronto e funcionou, pode ter certeza que tem dedo, digo, tentáculo dela ali. Já perdi a conta da quantidade de vezes que ouvi coisas como: “Bel! Que lacinho lindo que você colocou!” – como assim? Tá certo que nossa cachorra é inteligente mas peraí, se ela tá de lacinho é porque alguém aqui se deu o trabalho – ou “Vitor, você veio ver o vovô!” – ahã, ele acordou cedo, tomou seu banho, se vestiu e veio pedalando até aqui, imagina o que vai fazer quando completar cinco meses! – então resumindo: além de fazer mil coisas, a mulher polvo tem que se conformar que dessas mil, novecentas não terão o seu crédito – isso, claro, se ela não o exigir (adoro essa parte). Adoro também, quando depois de um dia insano e corrido (mulher polvo total), deito na cama e peço ao céu um minuto de sossego para reorganizar as idéias para o segundo tempo, mas é nesse segundo que “adoro” que Alguém surge do nada e solta o verbo “Eita vida boa, eu trabalhando e você aí deitada!”, ah... o que eu não daria por um taco de baseball ao meu alcance... Mas assim é a vida de uma Mulher Polvo, e sim, se você é mãe tem direito as iniciais maiúsculas. Além de fazer mil coisas, tem que pensar e repensar como irá fazer tudo com ele (seu filho!) ou sem ele (o que pode ser mais trabalhoso ainda, porque terá que pensar em tudo que ele também vai fazer enquanto você estiver ocupada fazendo outras coisas)! Enfim, a Mulher Polvo está de volta a cena e pode sentar porque a peça é longa. bbjs
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